O FIM!

O FIM!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Sistema de Progressão Sênior

DESTRÓIER BRASILEIRO DE VOSSA MAJESTADE

 

Durante o período entre a Iª e IIª Guerras Mundiais, a Marinha da Alemanha investiu a maior parte de seus recursos no desenvolvimento de belonaves potentes e, em teoria, mais fortes individualmente do que qualquer vaso de guerra britânico. Apesar dos submarinos terem sido a única arma naval que os alemães tinham tido superioridade contra a Inglaterra na Primeira Guerra Mundial, o Alto Comando da Marinha da Alemanha, composto quase que exclusivamente por ex-comandantes de navios, com preconceito anti-submarinos, decidiram gastar os poucos recursos que a Alemanha tinha em grandes vasos de guerra.
A decisão da Marinha alemã de priorizar a construção de belonaves parecia ter sido boa, já que cada cruzador e encouraçado alemão gerava temor aos britânicos. Para caçar cada um desses navios pelo Mundo, a Marinha Britânica mobilizava dezenas de navios, como ficara evidente na caça ao Graf Spee, onde o Reino Unido mobilizou mais de 30 grandes navios para procurar um único navio alemão. Entretanto, fora as vitórias na guerra psicológica, os vasos de guerra alemães não conseguiram bons resultados em combate. O Graf Spee foi afundado em Montevidéu.
No dia 18.02.1940, os navios Scharnhorst e Gneisenau junto com alguns submarinos, avançaram contra um comboio que saíra da Escócia para a Escandinávia. 12 navios foram afundados no ataque, mas nenhum deles foi afundado pelos navios alemães. Todos os afundamentos foram causados pelos submarinos. Era  evidente que a Marinha Alemã havia gasto recursos de forma errada no período entre A Iª e a IIª Guerras Mundiais.
Logo em seguida o Scharnhorst e o Gneisenau sofreram avarias no combate contra um único navio britânico. Os navios alemães atuavam de forma eficiente apenas quando atacavam navios isolados, fora de comboios e em locais sem proteção aérea.
O Reino Unido se via desesperado para aumentar sua Marinha. Entre suas prioridades, estava a aquisição de embarcações para escolta de comboios que cruzavam o Atlântico e para combater os submarinos alemães. Como sua indústria naval não conseguia suprir de forma eficiente a armada britânica, o Almirantado decidiu, então, comprar navios de guerra de outros países.
Um dos navios que o Almirantado se interessou foi o contratorpedeiro brasileiro Juruena. O CT Juruena fora construído na Inglaterra e comissionado na Marinha do Brasil em 01.08.1939. Portanto, a embarcação era bastante moderna e similar a outros destróieres britânicos. Os ingleses compraram o navio do Brasil e, em 22.01.1940, ele passou a ser chamado, primeiro de HMS Hearty, mais tarde foi batizado de HMS Hesperus e a navegar pela Marinha Britânica. O destróier participou de várias operações importantes e afundou 5 submarinos alemães até o fim da Guerra.
Breve História:

CT Juruena - HMS Hearty - H 57 - Hesperus - H 57

Classe Javary/Havant

D a t a s
Batimento de Quilha: 6 de julho de 1938
Lançamento: 1º de agosto de 1939
Incorporação (Royal Navy): 22 de janeiro de 1940
Baixa (Royal Navy): 1946
Características

Deslocamento: 1.340 ton. (padrão); 1.854 ton. (carregado).
Dimensões: 98.45 m de comprimento, 10.05 m de boca e 2.6 m de calado.
Propulsão: vapor;  turbinas a vapor Parsons gerando 34.000 shp, acopladas a dois eixos.
Combustível: 455 ton. de óleo combustível.
Velocidade: máxima de 35.5 nós.
Raio de ação: 5.700 milhas á 15 nós.
Armamento: 3 canhões de 4.7 pol. (120 mm) em reparos singelos; 8 metralhadoras de 13 mm; 2 reparos quádruplos de 21 pol. (533 mm) e 2 calhas com capacidade para até 120 minas.
Sensores: 1 radar de vigilância aérea Type 291; 1 radar de vigilância de superfície Type 271 P/Q e Type 86TBS; e sonares Type 123A e Type 127 Sword.
Tripulação: 145 homens.
**Observação: nas informações sobre as características na Marinha do Brasil constam 2 calhas e capacidade para até 120 minas.

Histórico

O Contratorpedeiro Juruena, foi o quarto navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao rio homônimo no Mato Grosso que é tributário do Tapajós. O Juruena foi ordenado em 1936, pertencia a uma serie de seis navios. Foi construído pelo estaleiro John I. Thornycroft & Co., em Southampton, na Inglaterra. Teve sua quilha batida em 6 de julho de 1938 e foi lançado em 1º de agosto de 1939. Com o inicio da 2ª Guerra Mundial, nenhum dos navios de sua classe foi entregue, sendo requisitados pelo Almirantado Britânico em 4 de setembro de 1939. Foi incorporado como HMS Hearty e posteriormente como HMS Hesperus - H 57. 
A principal diferença desses navios em relação as outras unidades da classe "H" construídas para a Royal Navy era o fato dos navios da MB terem um reparo de 4.7 pol. a menos que os navios ingleses, além de uma maior capacidade de armazenagem de cargas de profundidade ou minas e diferenças nos equipamentos e no arranjo interno.Outros quatro navios semelhantes, foram construídos na Vickers Armstrong para a Turquia, sendo que dois acabaram sendo requisitados pelo Almirantado. 
O Contratorpedeiro HMS Hearty - H 57, foi o quinto navio a ostentar esse nome na Royal Navy. Em 27 de fevereiro de 1940, o Hearty teve o seu nome mudado para HMS Hesperus - H 57, sendo o único navio a ter ostentado esse nome.

1940
O Hesperus, era capitânia do Grupo de Escolta B2. Em 3 de novembro, ao largo da costa da Irlanda do Norte o Submarino alemão U-99 (Kapitanleutnant Otto Kretschmer), torpedeou o Mercante "SS Casanare" (6.000 tons), e os Mercantes Armados HMS Laurentic (18.000 tons) e HMS Patroclus (12.000 tons, Capitão RNR William Wynter). Por volta das 03h00min da madrugada apareceu o CT inglês HMS Achates, que guiado pelos sinais luminosos, iniciou o resgate dos náufragos. O Achates, localizou e chegou a iniciar um ataque com cargas de profundidade, desistindo logo depois para não por em risco os náufragos que ainda estavam na água. Logo depois, chegou a área o CT HMS Hesperus, comandado pelo Capitão Donald MacIntyre, passando a ajudar a recolher os náufragos, que foram levados para Greenock (Escócia).

1941
Em 7 de dezembro, acompanhado do CT HMS Harvester - H 19, o Hesperus participou do afundamento do Submarino alemão U 208, do Oberleutenant Alfred Schlieper, a oeste de Gibraltar nas coordenadas lat. 35º51'N e long. 07º45'W. Desaparecem os 45 tripulantes do U 208.

1942

Em 15 de janeiro, participou do afundamento do Submarino alemão U 93. Em 26 de dezembro, escoltando o comboio HX-219, junto com o HMS Vanessa, localizou o Submarino alemão U 357. O Hesperus iniciou um ataque que levou mais de cinco horas. Ao final do ataque o U 357 veio a superfície e tentou fugir em velocidade. O HMS Vanessa arremeteu contra a popa do Submarino e o Hesperus o atingiu a meia nau mandando o navio a pique. Foram resgatados oito sobreviventes.

1943

Em 23 de abril, participou do afundamento do Submarino alemão U 191. Em 12 de maio, participou do afundamento do Submarino alemão U 186.

1946

Em 26 de novembro, o Hesperus foi vendido para desmanche a uma firma de Grangemouth. O seu último comandante foi o Capitão-de-Fragata (RN) Stockler, que levou o navio para Grangemouth. O Comandante Stockler, mais tarde Comodoro, realizou as provas de mar das Fragatas da classe Niterói, pertencentes a Marinha do Brasil.

1947

Começou a ser desmanchado em Grangemouth.

Relação de Comandantes

Comandante

Período

CF Donald MacIntyre

1940 a 1941

CF Stockler

1941 a 1946

HMS Hesperus com outro tipo de camuflagem


 HMS Hesperus, em abril de 1942

O HMS Hesperus viu a maioria de seu serviço de guerra no Atlântico Norte sob Cmdr.DGFW MacIntyre DSO, Royal Navy, o "Bulldog do Atlântico" que também era o comandante da Escolta B2, Grupo baseado em Gladstone Dock, Liverpool. Nos comboios, o navio em suas missões anti- submarinos e varreduras foi particularmente bem sucedido, sendo creditado o naufrágio de cinco U- Boat e vários danificados. Em um engajamento o navio avariou e afundou o submarino U- 357, que ele tinha trazido à superfície por ataque de carga de profundidade.
Um triste dever coube ao H-57, transportar o corpo do famoso sub- caçador Capt FJ Walker para ser sepultado no mar após um ataque cardíaco.
No dia 28 º maio de 1945, o HMS Hesperus com seu irmão, o navio Havelock, escoltou o rei Haakon da Noruega e seu governo de volta para sua capital recém-libertada, Oslo.
O navio terminou sua carreira de guerra com a honra de liderar uma força simbólica de oito U- Boats para serem oficialmente entregues ao Comandante de Abordagens ocidentais, o almirante Sir Max Horton, na Base Naval Lisahally, Londonderry, Irlanda do Norte.
Navio de linha, de vida curta, o HMS Hesperus foi poupado da indignidade de uma vida prolongada, e após o serviço com a Frota Reserva, foi vendido para a demolição em maio de 1947.

O HMS Hesperus foi "adotado" pelo Distrito de Yeovil (que incluía Norton sub Hamdon) em suas economias nacionais "Warship Week" início 28 º fev 1942 depois de levantar o custo de construção de mais de £ 300.000. Uma placa esculpida por Raymond Bros em nogueira foi apresentada ao capitão do navio em agosto daquele ano e, em troca os Comissários do Conselho do Almirantado presentearam o Município de Yeovil com a crista do navio. Atualmente em exibição no Mayor Parlour na Casa da Cidade. A bandeira do navio esta hasteada na Igreja Paroquial de São João Yeovil.
O certificado do Almirantado e uma ilustração do HMS Hesperus podem ser vista pendurada na sala de reuniões da Câmara Village.

TECNICA ESCOTEIRAS

Como matar mosquitos de forma ecologicamente correta:
Para ajudar na luta contínua contra os mosquitos da dengue e a dengue hemorrágica, uma idéia é trazê-los para uma armadilha que pode matar muitos deles.

O que nós precisamos é, basicamente:
  • 200 ml de água,
  • 50 gramas de açúcar mascavo,
  • 1 grama de levedura (fermento biológico de pão, encontra em qualquer supermercado ) e uma garrafa plástica de 2 litros
 

 4. Colocar a parte do funil, virada para baixo, dentro da outra metade da garrafa.
5. Enrolar a garrafa com algo preto, menos a parte de cima, e colocar em algum canto de sua casa. 
 Em duas semanas você vai ver a quantidade de pernilongos e  mosquitos que morreu dentro da garrafa. 
 Além da limpeza de suas casas, locais de reprodução de pernilongos e mosquitos, podemos utilizar este método muito útil em: Escolas, Creches, Hospitais, residências, sítios, chácaras, fazendas, floriculturas. etc.
Como fazer:

1. Corte uma garrafa de plástico (tipo PET) ao meio. Guardar a parte do gargalo:
2. Misture o açúcar mascavo com água quente. Deixe esfriar. Depois de frio despejar na metade de baixo da garrafa.
3. Acrescentar a Levedura . Não há necessidade de misturar. Ela criará dióxido de carbono.

terça-feira, 15 de maio de 2012

NOSSOS SIMBOLOS

FLOR DE LIS DA MODALIDADE DO MAR 


Bandeira da Modalidade: Desenho detalhado feito pelo Chefe Jarbas Pinto Ribeiro, em 1921, do 7ºGEMar Benevenuto Cellini – RJ, ex-membro da Coordenação Nacional dos Escoteiros do Mar da União dos Escoteiros do Brasil.

O Rataplan, Rataplan, Rataplan
Dos Escoteiros do Mar.
Na progressiva paz, nos dias de perigo,
Nas horas de alegria, ou quando reina a dor,
É sempre o mesmo mar, o nosso grande amigo.
É sempre a mesma Pátria, o nosso imenso amor.
Se, acaso, ferve um dia o turbilhão insano.
Das cúpidas paixões de alguma hora incerta
Ao nosso brado:- Alerta! Alerta! Sempre Alerta!
Repondem-nos: - Alerta - as vozes do oceano.
Em cadência firme e Sã
Nossos peitos faz vibrar
O Rataplan, Rataplan, Rataplan
Dos Escoteiros do Mar.
Da Pátria, todo amor, constantes pioneiros,
Por sobre o mar ou terra, ou sob o céu de anil,
Ardentes, juvenis, do Mar, os escoteiros.
Só têm por lema audaz: - Tudo pelo Brasil!
E, assim, sempre evitando, da tibieza, o engano,
Do Amor da pátria, e hora, da fé sob a coberta,
E ao nosso brado: - Alerta! Alerta! Sempre Alerta!
Repondem-nos: - Alerta - as vozes do oceano.
Em cadência firme e Sã
Nossos peitos faz vibrar
O Rataplan, Rataplan, Rataplan
Dos Escoteiros do Mar.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Bye, bye PP


Eles revolucionaram a música mundial. Compuseram um marco difícil de ser superado em muitas dimensões e direções, mais do que isso, foram um verdadeiro e singular fenômeno nos anos sessenta. Os tempos eram de histeria, da procura de novos símbolos e significações. Depois da “beatlemania” o mundo nunca mais foi o mesmo. O brilho dos Beatles foi a prova viva de que Nietzsche estava certo ao afirmar que a vida sem música era um erro. Para muitos, a “maior banda de rock” de todos os tempos foi um paradigma imbatível e insuperável, uma bússola, o termômetro de uma geração, o passado que ainda ilumina o presente.
A personalidade e o pensamento crítico-reflexivo de John Lennon, a musicalidade criativa de Paul McCartney, os bons arranjos de guitarra do também compositor George Harrison e o ritmo firme e a alegria contagiante de Ringo Star deixaram, de fato, muita saudade. Pois é, quem diria que poderíamos viver sem a lucidez dos Beatles?
Eles revolucionaram uma época de muitas transformações e reivindicações, souberam conciliar a condecoração junto à Rainha da Inglaterra com a exótica visita à Índia e, apesar de tudo, tiveram muito mais encontros do que desencontros. Assim é a vida, cheia de mistérios, de certezas e, principalmente incertezas.
Quem nos dera que na vida tivéssemos apenas o caminho a seguir, mas não, temos também os caminhos a evitar, os obstáculos para saltar e muitas vezes, ter que retornar ao ponto de partida. Não vivemos a efervescência dos anos sessenta, o “across de universe”, as canções que falavam de amor, de romantismo adolescente, as letras triviais que embalaram os devaneios de uma geração que iria conviver com a guerra do Vietnã, da busca pelos direitos civis, de Luther King, da revolução cultural chinesa, dos progressos espaciais russos, e de tanta coisa mais, algo bem propício para que se pensasse em “help”.
Help! Mas gritar para quem, quando na volta só tem surdos? E quem não é surdo é cego, e quem não é cego é mudo. Tentaram nos cegar, nos ensurdecer, apenas tentaram, jamais conseguiram. Nossas vozes não foram ouvidas, mas não deixamos de gritar, questionar, então, só nos restou um caminho a seguir.
As partidas são sempre tristes, pois sempre deixamos algo para trás, mas apesar da tristeza, a vida deve nos reservar algo melhor. As dificuldades nos ensinaram a enfrentar a vida com coragem, superar dificuldades sem medo, apanhar, colher, encontrar, conquistar, aprender sempre a melhorar.

Nosso engajamento foi visto como uma atitude rebelde. Positivamente, jamais fomos transgressores, apenas um “bando” que estava inovando conceitos, direcionando talentos para encantar e hipnotizar mais de 160 crianças e adolescentes, ensinando-os a atravessar a “hard days night” pela “faixa de segurança”, não da Abbey Road, mas da vida. O nosso projeto ia além da fantasia infantil do “yellow submarine”... and “the magical mistery tour”. Queríamos formar cidadãos empregando o método escoteiro. Esse era o objetivo do Projeto Botinho.
“Hey Jude”... Saiba esperar o calor da hora da chegada do sol para ver que dará tudo certo, “he comes the sun”. Deixamos a nossa mensagem, pois aprendemos que a sabedoria de saber que tudo pode ser transformado, modificado, a depender da forma como enxergamos as coisas, do prisma, desafio de paralaxe. Perseverança acima de tudo. “Don’t let me down”.
Escrevemos a nossa história, demos cor a vida de quem só enxergava o cinza, devolvemos a sensibilidade a quem queria muito mais do que “a day in the life” (“i saw a film today, oh boy..the english army had just won the war..a crowd of people turn away, but i just had to look”. Nossa tropa não se contentava com o que tinha, aspirava mais, talvez mudar e revolucionar o mundo (“you said you want a revolution... well you know, we all want to change the world...you tell me that it’s evolution... well, you know, we all want to change the world...
Fomos PP, hoje somos CN, mas jamais esqueceremos que foi lá que aprendemos a amar, amar o mar mais do que tudo, “it’s a love that last forever, it's a love that has no past” (é um amor que dura para sempre, um amor que não tem passado).
Os Beatles se foram, mas o legado do quarteto continua transcendendo, teimosamente embalando e oxigenando os anseios das novas gerações. Esperamos que os nossos também, possam transcender algumas gerações.


”Hey jude, don’t make it bad, take a sad song and make it better, remember, to let her into your heart, then you can start to make it better… Hey jude, don’t be afraid, you were made to go out and get her.”

domingo, 15 de abril de 2012

O Chifre de Kudu e o Escotismo

"O kudu é uma espécie de antílope encontrado desde a África do Sul até a Etiópia. Um touro Kudu pode saltar mais de cinco metros de altura e possui uma coloração que vai de um cinza avermelhada a quase azul. Além do respeitável sentido da audição, sua visão aguçada, sentido do olfato e a grande velocidade, o tornam um animal de difícil captura."
Seguindo uma tradição que remonta mais de 85 anos, em alguns países a tropa escoteira é muitas vezes chamada para uma reunião com o som tradicional do chifre de kudu, assim como escotistas em cursos de insígnia da madeira e Conferências de Treinamento de Líderes Juvenis.
O que pode parecer estranho, um chifre ser usado para Escoteiros e Escotistas em muitos países ao redor do mundo, desde o século 19 na África o chifre do antílope era usado como clarim de guerra.
O Grande Kudu, ou Koodoo
Tregelaphus strepsiceros

Ilha de Brownsea, Poole Harbor, Inglaterra - Agosto de 1907
Hillcourt:
"O dia começou às 6 da manhã, quando Baden-Powell levantou o acampamento com notas estranhas obtidas a partir de um longo chifre com formato espiral, o clarim de guerra que tinha pego em sua expedição à Floresta Somabula durante a Campanha Matabele de 1896, o chifre do  koodoo Africano."
 Thurman:
"Como coronel na África, em 1896, Baden-Powell comandou uma coluna militar na Campanha Matabele. Foi numa jornada pelo rio Shangani que ouviu pela primeira vez o som saido do chifre de kudu. Ele havia sido confundido pela rapidez com que os alarmes foram espalhados entre os Matabeles, até que um dia B-P percebeu que eles estavam usando um chifre de grande potência sonora como aviso de guerra. O chifre era usado para transmitir um código. Assim que o inimigo foi avistado, o alarme soou no kudu -.. retomada direita e esquerda - - e, assim, efetuada muitas milhas em um espaço de tempo muito curto."
"Quando reuniu os primeiros escoteiros em Brownsea, Baden-Powell lembrou-se do chifre de kudu que o acompanhava desde a Guerra Matabele, para adicionar um toque de aventura e divertimento ao acampamento.
"Depois da Ilha de Brownsea, o chifre de kudu voltou para casa da BP e ficou em silêncio por 12 anos, enquanto o movimento por ele criado se espalhou pelo mundo. Então, em 1919, Baden-Powell confiou a Gilwell Park a guarda do chifre, permitindo que o mesmo fosse usado nos cursos de formação dos primeiro escotistas."

Foi no acampamento experimental na ilha de Brownsea, no verão de 1907, em Poole Harbor, que Baden-Powell despertou os primeiros escoteiros. Venerado como um de seus troféus africanos, o chifre de kudu passou, desde ai, a fazer parte do escotismo.

domingo, 1 de abril de 2012

240 Anos de Porto Alegre

Durante toda a Semana de Aniversário de Porto Alegre, o Largo Glênio Peres reunirá diversas atividades, a maior parte nos dias 26, 27 e 28, com shows ao meio-dia e final de tarde, além de um espetáculo de projeção 3D, sempre às 20h.
No dia 26, às 12h, Maria Luiza Benitez traz ao palco o clima nativista. Às 18h, o espetáculo Guri de Uruguaiana precede o show de Armandinho, que será às 19h. A partir das 20h, os porto-alegrenses e visitantes terão a oportunidade de assistir a projeção 3D Porto Alegre do Futuro feita sobre prédios do entorno.
Daniel Torres apresenta um repertório de músicas regionais às 12h do dia 27. A tarde de terça-feira se encerra com o Sátira Show e F.A.B.Ã.O e com a projeção 3D.
Já na quarta-feira, 28, é a vez da música em fusão com a poesia na voz de Alexandre Poeta ao meio-dia. A partir das 18h, sobem ao palco André Damasceno e Catuípe. A noite também se encerra com a Projeção Porto Alegre do Do Futuro.
Atrações no Largo Glênio Peres
Segunda, 26 de março
12h – Show Maria Luiza Benitez
18h – Show Guri de Uruguaiana
19h – Show Armandinho
20h – Projeção 3D Porto Alegre do Futuro
Terça, 27 de março
12h – Show Daniel Torres
A partir das 18h:
- Sátira Show: Eron Felipe e Celso Santana
- Show F.A.B.Ã.O
20h – Projeção 3D Porto Alegre do Futuro
Quarta, 28 de março
12h – Show Alexandre Poeta
A partir das 18h:
- André Damasceno
- Show Catuípe
20h – Projeção 3D Porto Alegre do Futuro
Coisas de Porto Alegre












As comemorações pelo aniversário de 240 anos de Porto Alegre, completados no último dia 26 de março, se encerraram no sábado 31, com o tradicional Baile da Cidade, que chegou a sua 23ª edição. As atrações se apresentaram no espelho d’água do Parque Farroupilha, com entrada franca.



Além do sambista Caio Martinez que abriu a festa, subiram ao palco o grupo Gafieira Elétrica e a Banda Municipal de Porto Alegre com os 12 convidados que interpretaram as canções que festejam a cidade. Dentre as atrações, estavam Kleiton & Kledir, Nei Lisboa, Bebeto Alves, Isabella Fogaça, Gelson Oliveira, Raul Ellwanger, Vitor Hugo, Gisele de Santi, Cigano, Lourdes Rodrigues, Ângela Jobim e Luciah Helena. O encerramento da festa ficou a cargo da banda Essência.